Para onde foi a educação do povo? Sim, porque não é possível que todo esse povo sem educação sempre tenha estado aqui e eu simplesmente nunca tenha percebido.
Pensando bem, é sim possível porque eu sou a Miss Alienada. Sobre mundo real em que as pessoas cospem no chão, xingam os velhinhos e não dão passagem às grávidas, eu não sei nada.
E nem fale da humilhação que os mais pobres enfrentam todos os dias, porque eu não aguento. Quando penso nisso, me dá uma coisa tão ruim que tenho ânsia de vômito. Eu já fui pobre e, embora minha vivência tenha sido mínima, sei como a vida pode ser dura.
Mas não posso pensar nisso por esses dias, não. Preciso pensar em balões coloridos e brigadeiro de colher porque meu bebê vai completar dois anos.
Sabe aquela propaganda do "você não estaria brigando com a pessoa errada"?
Então. Eis que eu estaciono meu carro. O flanelinha, irritante como todo flanelinha que se preze, pede para eu chegar mais para frente porque "aí vai caber mais um carro". Eu explico que não posso fazer isso porque ali naquele espaço tem um acesso para pessoas com dificuldade de locomoção. "Se alguém quiser passar com cadeira de rodas não vai conseguir." Ele coça a cabeça e responde: "Uai, pensei que isso aí servia para moto subir na calçada..."
E aí, com quem eu reclamo? Com o flanelinha irritante não é. Com quem eu reclamo, me diz. COM QUEM?
Eu sou burra, mas burra ao quadrado. Eu achava que meu iPhone por ser adquirido do Léo "Kim Shon", por meio de descaminho (você sabe o que é descaminho?), não tinha acentuação. Eis que hoje, depois de décadas usando o bichinho sem usar acentos, descobri que é só ficar apertando a letrinha que aparece a opção do caracter acentuado ou com cedilha. Antes tarde do que nunca.
Eu quero aparecer, aparecer e aparecer, mas tenho medo. Quem aparece, dá sua cara a tapa. Não quero que deem tapa na minha cara. Porque, gente, eu conheço minha fúria assassina quando batem na minha cara, tipo "Carrie, a estranha". Disso, eu tenho muito medo!
Por um instante, eu achei que esse blog tinha sumido. Ai, eu fiquei tão assustada... O fato é que, apesar de tudo indicar que eu deveria fazer o contrário, não vou lagar isso aqui tão cedo.
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Depois que os filhos nascem, a vida da gente não é mais nossa.
Por exemplo, três horas da manhã e você quer dormir (Ah! Como você quer dormir!) e o seu bebê chora. Você não quer se levantar, mas se levanta, vai até o berço pega o bebezinho no colo, balança o bebezinho e fica cantando músicas de ninar até as quatro e meia, quando finalmente aquele pinguinho de gente dorme de novo.
Outro exemplo, no momento que você acaba de descer do carro e aperta o apitinho irritante do alarme que tranca o veículo, o segurança do shopping diz que você não pode estacionar naquele lugar. Você está lá, carregando um monte de trecos: sacolas, bolsa, bolsa do bebê, brinquedinhos, mamadeira, papelzinho do estacionamento, celular, chave do carro, além do próprio bebê (é claro) e quer xingar o fulano e dizer todas as verdades que ele merece saber, mas você está com seu bebê e não pode brigar com o pessoal na rua, tem que proteger a criança.
Mais um exemplo, você assiste a fita do aniversário de seu bebê umas trezentas vezes por dia, ouvindo aquela voz irritante da Xuxa ao fundo.
O derradeiro exemplo, você se derrete toda com o biquinho mais fofinho que uma criança pode fazer na vida e tem que se segurar para não puxar o braço da senhora que está na frente na fila do caixa só para mostrar a ela o quanto aquele biquinho é lindo.
Gente, lendo o que escrevo, eu até me acho engraçadinha... Me digam, por que só eu acho?
Emagreci mais um quilo. Agora, só faltam mais dois. Não estou comendo quase nada e não é dieta, não. Vejam bem, nunca, jamais, em tempo algum, isso aconteceu. O mundo definitivamente vai acabar.
Eu não sei o que fazer com esse blog.
Falar de celebridades não dá, o TDUD é insuperável.
Atualidades, é com a Rosana Hermann que, inclusive, ganhou o BOBs (Best Of Blogs) em duas categorias.
Escrever sobre si mesmo, sobre os amigos, sobre dia-a-dia, sobre tudo e sobre nada como se houvesse uma conversa ao vivo, só mesmo a Fal.
Prosa e Poesia, Moca.
A mim, resta somente imitá-los. Claro, sem a qualidade do original.
De repente, me ocorreu: eu sou como uma dessas "réplicas" da Louis Vuitton que são vendidas na 25 de Março. Barata, mal-feita e nem de longe parecida com o original. Mas, ainda, assim, meus senhores, tem gente que compra!
P.S: ninguém vai acreditar, mas eu escrevi Louis Vuitton certinho de primeira, nem precisei pedir ajuda ao São Google.
OK. Eu não consigo trabalhar. Estou sentindo que alguma coisa vai acontecer. Sabe aquele frio na barriga que a gente sente quando vai sair com o namorado a primeira vez? É isso que estou sentindo.
Será que hoje vou conhecer o futuro Sr. Mariana Machado?
Ai, cadê a cigana ledeira de mão quando a gente precisa dela?
Estou postando do meu iphone (eu sou chique, meu bem).
Entao, nada de acentos, cedilhas e outros quetais. Quando chegar em casa, reviso.
Eu nao passei no concurso, mas, como diz o Galvao Bueno, EU JA' SABIA!!!!!
Vou voltar ao trabalho porque, mininos, minha vida nao esta' ganha!